Ele anota, entende de quem foi, e avisa antes da fatura virar susto. Contas, cartões, parcelas, orçamento e metas, sem planilha e sem instalar nada.
Eu fico no seu WhatsApp, do lado das conversas que você já tem. Você me manda o que gastou, escrito, falado ou fotografado, e eu anoto. No fim do mês, eu te conto o que aconteceu.
Não julgo o seu gasto e não dou palpite sobre a sua vida. Falo número, e só. Durmo de olho fechado, mas se você eu abro.
Do gasto acontecer até você saber o que ele significa no seu mês.
Do jeito que você falaria. Sem abrir nada, sem formulário, e sem escolher o tipo do gasto numa listona enorme.
Valor, categoria, conta, quem pagou e parcela eu tiro da própria frase. Se faltar alguma coisa, eu pergunto, uma coisa só.
A tela do mês, os limites de gasto, a fatura do cartão e o quanto você já tem guardado. Eu monto tudo. E o que precisa de atenção eu te mando antes de você ir procurar.
Eu entendo áudio e foto do mesmo jeito que entendo texto. Não precisa escrever se você estiver na rua. E eu não só anoto: se você perguntar, eu comparo categorias, conserto um valor errado, apago o gasto que entrou duas vezes e crio uma categoria nova quando o gasto não cabe em nenhuma das que existem.
“paguei cento e oitenta no mercado agora”
Manda o áudio andando na rua. Eu escuto e anoto.
foto do cupom fiscal
Eu leio o valor, o lugar e a data direto da foto.
“gastei 42 no ifood, dividido com a ana”
Do jeito que você escreveria pra uma pessoa. Sem comando, sem barra, sem palavra certa.
São as minhas caras. Cada uma vigia uma coisa e te avisa no WhatsApp quando vale a pena. Você escolhe quais quer, me dá um nome e diz como eu falo em cada uma delas.
Saiu mais do que entrou. R$ 1.330,32 a mais. O mês ainda não virou. Dá tempo.
R$ 1.680,00 no dentista, em 12x de R$ 140,00.
R$ 412,80 em delivery. Você tinha combinado gastar até R$ 250,00.
Aluguel de R$ 1.900,00 vence quinta. A fatura do cartão, dia 17.
Streaming de filmes subiu de R$ 24,90 para R$ 39,90.
Você, R$ 3.120. A outra pessoa, R$ 1.480. Ela te deve R$ 819,75.
Todas chegam desligadas. Cada uma ligada manda mensagem, e ninguém pediu por seis. Liga as que quiser, batiza do jeito que quiser, e desliga quem falar demais.
Um paga o mercado inteiro no cartão, o outro paga o aluguel. No fim do mês “gastamos R$ 5 mil” não ajuda ninguém, porque não diz quem pagou quanto.
App de finanças pessoais parte de um dono só. O dinheiro de casa tem mais de um, e é aí que ele trava. No Grana quem pagou é coluna do banco, não observação no fim da linha, e no fim do mês sobra um número só: quem deve quanto pra quem.
Cada pessoa escolhe uma cor. Aí, olhando a lista de gastos, dá pra ver de quem é cada um sem precisar ler nome nenhum, inclusive quem enxerga cor de um jeito diferente.
No celular ou no computador, ele abre direto no navegador. Não tem nada pra baixar em loja nenhuma. Se você usar bastante, dá pra deixar um atalho na tela do celular: abre em tela cheia, como qualquer outro ícone de lá.
Saiu mais do que entrou.
Você gastou R$ 1.330,32 a mais do que recebeu. Ainda faltam dias. Dá pra equilibrar.
O mês inteiro em quadradinhos, um pra cada dia. Dá pra ver o padrão antes de ler qualquer número, e a pergunta “o que aconteceu naquela quinta?” tem resposta a um clique.
No ônibus, um toque esconde todo valor da tela.
Cada quadrado é um dia. O escuro do dia 10 é o aluguel. Clicando, ele abre as transações daquele dia.
Você me manda o gasto e eu monto tudo isso. Você não precisa preencher nada.
Um limite pra cada coisa. Mercado, delivery, transporte, com aviso antes de estourar.
Quanto ainda dá pra usar em cada cartão e quando a fatura fecha.
Cada compra parcelada, com o que já foi pago e o que ainda falta.
Diga até quando quer juntar e eu calculo quanto guardar por mês. Ou diga quanto dá pra guardar e eu digo quando você chega lá.
Eu descubro sozinho o que você paga todo mês, e aviso quando uma dessas cobranças aumenta.
As contas que vencem nos próximos dias, pra você não pagar juro por atraso.
Onze contas conferidas ao centavo contra o extrato do banco. Não tenho número de usuário pra te mostrar, e inventar é a única coisa que não dá pra desfazer. Tenho isto.
As duas que não fecham estão na tableName, não escondidas. É arredondamento de parcela, e eu te digo de quanto é a diferença em vez de mostrar um número redondo que ninguém consegue conferir.
| Account | No Grana | No banco | Diferença |
|---|---|---|---|
| Conta corrente | R$ 0,07 | R$ 0,07 | — |
| Conta digital | R$ 88,40 | R$ 88,40 | — |
| Conta pagamento | R$ 194,20 | R$ 194,20 | — |
| Reserva | R$ 6.430,00 | R$ 6.430,00 | — |
| Cartão principal | R$ 2.410,60 | R$ 2.411,96 | R$ 1,36 |
| Segundo cartão | R$ 388,15 | R$ 388,33 | R$ 0,18 |
Estas são seis das onze contas. Nas outras cinco o valor bate igualzinho.
Sem selo e sem promessa difícil de conferir. Só o que eu guardo, o que sai daqui, e o que ninguém faz com isso.
Tudo o que você me manda fica guardado só na sua conta.
Quando eu escrevo um aviso, aquele texto passa por uma inteligência artificial. Fora isso, nada sai.
Não tem anúncio nem ninguém pagando pra aparecer na sua tela.
Não é a mesma tela com o nome trocado. Quem mora sozinho não tem com quem dividir, então eu nem pergunto quem pagou. Numa empresa, eu falo em reembolso no lugar de acerto.
Sem divisão e sem acerto: é só o seu dinheiro, então ele nem pergunta quem pagou.
Cada gasto sabe quem pagou, e o mês fecha com quem deve quanto.
Mais de duas pessoas dividindo a mesma casa.
Cada gasto fica ligado à área que gastou, e quem pagou do próprio bolso recebe de volta. Não substitui o contador.
Não precisa importar planilha nem organizar os últimos seis meses. Me manda o primeiro gasto e o resto vai se ajeitando.
Hoje somos duas pessoas usando o Grana todo dia. Não tenho milhares de usuários pra te mostrar. Tenho onze contas conferidas ao centavo e um gato que não perde nada. Se quiser ser um dos primeiros, é só mandar a primeira mensagem.
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